E se…

… o mundo fosse assim?

Fonte: (achei a imagem circulando pelo fb.)

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Sagas de um ano novo

A saga começou com mais uma noite gasta no aeroporto. Diga-se de passagem, que ela realmente foi gasta e não usada. A toalhinha de banho serviu apenas para amenizar psicologicamente o frio irradiado (irradiado??) do chão e meu travesseirinho de ar para amenizar a dor no pescoço por dormir no chão. Frio, frio, frio é só o que vc sente durante as 4h que tem para dormir. Ao ‘acordar’ o frio passa, mas vem o cansaço acumulado da viagem de Coimbra pro aeroporto do Porto mais a dor por dormir no chão. Mendigo sofre.

O check in desses voos matinais abre lá pelas 4h30 (se não antes). Feito o check in, e passado pelo detector de metal, a próxima saga é  de conseguir colocar tudo, tudo, tudo, na malinha de 50cm x 40cm x 20cm.

O voo pra Barcelona demora cerca de 1h45. Do aeroporto para o centro tem 2 onibus que fazem o trajeto. O A1 passa pelo terminal 1 ate o centro; o A2 passa pelo terminal 2 (Ryanair) ate o centro. Custa 5,05€ o trajeto.

Nosso studio ficava a 200m da Plaza Catalunya. Foi um dos melhores lugares que já fiquei. Organizado, limpo, grande, com 2 varandas e vista para o cruzamento da Sant Pere com a Bruc.

Descobrir Barcelona faz parte de uma saga maior. A cidade é enorme e tem muita coisa pra ver. O ruim é que as atrações são muito separadas uma das outras, o que te faz perder um bom tempo de caminhada / metro. Fizemos quase tudo a pé pra economizar com metro. Este custa 1,40€ a passagem unitária e 8,65€ 10 viagens (*valores aproximados).

No ano novo a cidade L-O-T-A! Italianos, franceses, espanhóis, brasileiros, ingleses e outros povos indeterminados, fazem da belissima cidade catalã, uma cidade praticamente global. É uma mistura louca de tudo quanto é gente, caminhando pela Rambla, lotando os pontos turísticos, lojas, mc donalds, esquinas..

O friozinho gostoso de 7ºC do dia 31 só atraiu as pessoas pra rua. (Sim, agora 7ºC pra mim é tranquilo!) Passamos a virada na docas. A praia era longe demais, e já era 23h30. Resolvemos sentar e aproveitar a vista para os barcos. Ansiosos pelos fogos, fomos contando os minutos para meia noite, bebendo nossos lambruscos e champanhe. Deu meia noite. Mas pera. Cade a contagem regressiva? Cade a super queima de fogos? Ahhh sim.. acho que cada um conta os segundos pelo seu próprio relógio. E a super queima durou 30 segundos. O céu não ficou rosa, nem roxo, nem azul, nem branco, nem verde, nem cheio de fumaça. Ele ficou da cor do céu numa noite nublada. Meia noite e 10 minutos, já tava todo mundo indo pra casa (ou pra alguma festa). É. Essa foi a  minha virada. Mas mesmo assim, foi divertida. Obrigada vinho.

Às 3h voltamos em direção à Rambla. Já nem sei dizer quantos eu cumprimentei na rua com ‘Happy new year’ ou ‘Feliz año’. Ao nos despedirmos de uns amigos brasileiros que estavam com a gente, veio um grupo de espanhois com cara de árabe, desejando feliz ano novo, perguntando da onde éramos. Simpaticos? Não. Ladrões! Enquanto um nos distraia fazendo perguntas, outro agia. A bolsa da Bia foi aberta, mas num súbito e repentino movimento, a Ana bateu na bolsa da Bia gritando: Bia, ele tá te roubando! O grupo simplismente saiu rindo, andando em direção à Plaza Catalunya como se nada tivesse acontecido. Saldo final: 2 canetas roubadas.

Como todos sabem, Barcelona é a cidade de Gaudi. Ir pra Barcelona e não visitar a Sagrada Familia, La Pedreira e Casa Bartlló é como ir à Paris e não ver a torre Eiffel, Louvre e Arco do Triunfo. Gaudi era um louco. Mas por trás do arquiteto com idéias fantasiosas, estava ‘apenas’ um cara com soluções estruturais inteligentes, usando a natureza como referencia, criando edifícios escultóricos. Todos com a  sua ‘cara’.

Barcelona não é uma cidade barata. Para entrar no Estádio do Barcelona, paga-se 19€. A Casa Bartlló, 14,25€  na tarifa de estudante (vem com audioguia); La Pedrera 11€ com audioguia e 7€ sem (estudante); Sagrada Família paga-se 11€ (com elevador fica 14€) – essa última faço questão de dizer que vale a pena pagar esse preço para ajudar no término da construção da igreja. Imagina só em 2030 – previsão para término da construção – voce vai ver no noticiário que a obra foi concluída e vai falar para seus filhos:  ‘eu ajudei na construção!’ Além das atrações turísticas, ir pra festas também não sai barato. Na verdade, a entrada não sei quanto foi porque eu entrei em uma como vip. Mas as bebidas eram carissimas. Red Bull era 11€, garrafinha de Heineken era 5€.

Muito além de ter conhecido as obras de Gaudi, ou de ter comemorado o ano novo na Europa, ou de ter visto o Mediterraneo de novo, ou até mesmo de ter dançado com argentinos, Barcelona é a cidade com um clima divertido. Suas ruelas que me lembram Salamanca, suas avenidas que me lembram Paris, as obras de Gaudi que me transportam pra um mundo de fantasias, e tudo isso misturado ao som do catalão só me fazem querer voltar.

Termino o post com a frase que descreve a Fonte de Canaletes lá na Rambla: ”Si beveu aigua de la font de canaletes, sempre més sereu uns enamorats de Barcelona. I per lluny que us n’aneu tornareu sempre”. Sim, eu voltarei Barcelona!

(Mais fotos no meu FB)

Natal & Inverno

O inverno começou oficialmente no dia 22. Fisicamente, pra mim, ele começou lá pro fim de novembro, e confesso que tenho morrido, literalmente, de frio! A infra-estrutura aqui em Portugal é precária… 😦 e muito! Dia 22 também foi o dia que peguei um baita resfriado. Eu ia ao médico, mas só de lembrar de toda a burocracia do meu seguro, fiquei com preguiça. Haha.

Dia 24 chegou, e logo de manhã já tinha comido o último chocolate do calendário-coma-1-chocolate-por-dia-até-o-natal. Era Nataaaaal! Fiquei das 10h às 20h40 preparando a ceia de natal. Ainda estava doente, e preparar toda a comida exigiu de mim um pouquinho a mais do que minha saúde permitia. 20h45 já estavamos todos arrumados, com as comidas embaladas, peru na caixa, presentes embrulhados, gorros de pp noel, vinhos na mochila. Parecíamos papais noeis, rena e boneco de neve prontos pra guerra. Mal sabíamos que a ceia de natal realmente seria uma guerra.

Éramos em 6 pessoas e pelo frio e preguiça de subir a ladeira para a comida não esfriar, decidimos pegar 2 taxis. Chegamos na casa da queridissima anfitriã Luísa. A casa dela estava sem gás – fomos previamente avisados – e por esse motivo esquentamos quase toda comida no microondas! Foi todo um esquema de logistica muito bem feito. Deu meia noite, e a comida estava toda posta na mesa! Foi uma mistura só: bruschetta, sushi, arroz de pato, frango assado, peru recheado com arroz e amendoas, farofa de água e sal (muuuuito boa!), gnocchi à bolonhesa, gnocchi con fonduta de brie e salpicão de frango. De sobremesa tivemos palha italiana e sorvete! Tudo isso acompanhado de ótimos vinhos lambrusco. Antes de atacarmos, fizemos uma oração. Agradecemos a Deus pela comida, pelo ano e desejamos um otimo 2011 pra todos. A guerra tinha começado.

A decoração do nosso natal foi simples. Afinal, somos miserasmus! A árvore de natal não era muito adornada. De tão pequena, ela foi colocada numa mesa para parecer maior. Via-se o cintilar de alguns poucos pontos de luz, tentando se sobressair do pano de fundo verde escuro. As meias de natal, não eram natalinas. Eram meias simples, coloridas, tamanho infantil. Não estavam em cima da lareira, mas sim de uma mesa. E nem estavam penduradas. Foram coladas à mesa com etiquetas nomeadas. Eram 12 meias. A proposta era de colocarmos bilhetes – anônimos, ou não – com nossos desejos para cada pessoa dentro das meias.

A troca de presentes também foi um pouco incomum. Compramos presentes aleatórios, e só descobriríamos nosso amigo X na hora. Não era um ‘amigo secreto’ qualquer. Era o ‘amigo ladrão’. O esquema é simples: a 1ª pessoa sorteada pega qualquer presente embaixo da árvore. Ela teria que abrir, e mostrar para todos. A pessoa seguinte pode escolher entre roubar um presente ou pegar um novo na árvore. E assim, sucessivamente. O mesmo presente não pode ser roubado 2x na mesma rodada. E assim, terminamos a troca de presentes com 4 roubos – ‘roubo’ não é uma palavra legal para o Natal. Meu presente foi roubado.. e não satisfeita, roubei outro.

A noite – ou diria, madrugada – terminou com muitos risos e fotos. Estávamos fartos, lotados, cheios, acabados, felizes… foi uma guerra em que todos saíram vencedores. (Menos a balança! Hahaha!).

A mistura das comidas (nada combinava! Haha), a decoração simples, mas funcional e a troca de presentes envolvendo roubo, podem não ter uma cara muito natalina.. mas foi natal mais divertido da minha vida.

Fim de ano

Ontem, dia 17 de dezembro, foi uma sexta-feira. Toda sexta-feira é a mesma coisa. Moro ao lado da estação de comboio (trem), e ao chegar o fim de semana, muitos, muitos portugueses voltam pra casa. Essa sexta-feira foi diferente. Todos voltaram para suas respectivas casas, mas para passar o natal e o ano novo com a família.

Alguns mates também foram pra casa, piorando ainda mais a nostalgia desse  sábado cinza e frio. Um deles foi pra ‘sempre’. É, não volta mais. Até por isso ceiamos o natal antecipado aqui no restaurante. Foi divertido, porém triste. Ainda estou tentando me acostumar a idéia da 2a parte do meu intercâmbio aqui.. muitas coisas vão mudar. Mas isso, eu conto depois.

Tenho saudades de casa. Muitas mesmo. E toda essa decoração, música e sentimento natalino me deixam com mais vontade de voltar. Se papai noel existisse, pediria uma passagem de ida e volta pro brasil! ‘É só no natal, por favor!’

Hoje começam oficialmente minhas ‘férias’. Estranho é que nos países do hemisfério norte, as pessoas tratam o natal e fim do ano apenas como feriado. Janeiro é mês dos exames e recursos. Então imagina só estudar no natal e na virada do ano! Não, não é pra mim. Prefiro passar o natal e ano novo com sol, muito, muito calor e sem preocupações a passar com neve, frio, todo aquele clima tradicional de natal e estudando. Acho que até por isso, os países do hemisfério sul são mais felizes! 🙂

E é ao som de Aqui – Capital Inicial (ta no meu blip! Ouvi trocentas vezes hoje), que termino o post. Bom fds.

A África é logo ali

Quando me perguntam qual será meu próximo destino, eu costumo responder: ‘Pra onde a Ryanair me levar!’. E graças às inacreditáveis promoções, eu fui para Marrakech, Marrocos!

Não costumo sentar na poltrona ao lado da janela.. mas dessa vez, fiz questão! Ao observar através da minha pequena janela de 0,6m², posso dizer que vi o mundo. Vi o azul do mar, o verde das plantações e de repente, me dei conta que já sobrevoava a África. A paisagem era árida, tons de marrons e ocre. Senti sede só de ver. Vi casinhas espalhadas de forma quase aleatórias.. pareciam em ruínas. Mas não. Eram apenas casas pobres – não favelas – pobres mesmo.. Pude até imaginar como era o mobiliário: um fogão improvisado, talvez uma mesa, umas esteiras que serviam de cama… Imaginei crianças brincando no quintal – se é que posso chamar de quintal. Vi muitos morros, espigões, areia.. muita areia.

O avião pousou, e quando sai, senti o calor. Estamos quase no inverno, e beirava os 27C. O aeroporto faz jus à cultura marroquina, e posso dizer que é um dos aeroportos mais bonitos que já vi.

Para chegar ao centro da cidade, pegamos um ônibus que é tipo um circular. É super barato: 30Dh (= 3 euros) ida e volta. Paramos na praça Jemaa El Fna. De cara, quase fomos atropeladas! Haha! O transito é uma loucura! Pessoas, carros, motos, motocicletas, bicicletas, onibus, cavalos, burros.. tudo junto tentando encontrar um lugar no espaço. Sério. É loucura!

Marrakech é a cidade dos cheiros. Tudo quanto é tipo de cheiro vc vai sentir! Não pude distinguir tudo – até porque eu tenho um péssimo olfato! Mas a cidade é um mix de cheiro de animais com monóxido de carbono das motos, com cheiro de laranja, curry, menta e ervas, xixi de gente, coco de tudo quanto é tipo ser vivo.. Marrakech também é barulhenta: se vc achava que ouvia mtas buzinas de moto em sp, aqui vc vai ouvir muito mais. Além das buzinas, vc vai ouvir uma espécie de canto / oração islâmica ao longo do dia, numas horas especificas. Já alerto, eles oram às 5h30 da manhã; e a oração é ouvida em toda a cidade.

Aproveite para treinar o dom de pechinchar em Marrakech. O esquema é simples. Eles te dão um preço, mas vc fala que vai pagar 1/3 desse preço. Negociar é legal, e dá pra economizar bem com lembrancinhas e outros apetrechos. Os vendedores falam todas as linguas possiveis e sabem ate distinguir um sotaque portugues de um brasileiro! Impressionante!

Uma prática comum local é o de cobrarem por te indicarem o endereço dos lugares / do hostel. No centro, as ruas são muito mal sinalizadas e muitas delas quase pedonais (eu disse quase porque nela passam motos).

Por falta de tempo, não fomos ao Sahara. Isso nos custaria 3 dias e 2 noites, e infelizmente, não tínhamos esse tempo todo.. 😦 Mesmo não indo ao deserto, pude contemplar o céu estrelado e chuva de meteoros. In-des-cri-tí-vel.

As entradas para os pontos turísticos são absurdamente baratas. Custam 10Dh (= 1 euro). Dá para se virar bem apenas a pé. O suco de laranja também é absurdamente barato: 4 Dh (=0,40 euros)!! O suco é doooooce! ;D Comer também é barato. Fizemos ótimas refeições nos terraços dos belos restaurantes em volta da Praça Jemaa el Fna por 30 Dh a 50 Dh!

A praça Jemaa el Fna é o considerada o coração da cidade. Há barraquinhas de tudo quanto é comida. Refeições marroquinas por 25Dh com chá de menta de graça. Há barraquinhas de frutas secas e de suco de laranja. Apresentações na praça são frequentes. Eu não sei o porquê, mas existiam rodas de apresentações somente com expectadores homens. Essas eram tao lotadas, que mal se via o centro da roda. Por esse motivo, não descobri sobre o que se tratava a apresentação… Tem também mulheres que tatuam henna, homens fantasiados, homens com macacos, cobras, crianças pedindo dinheiro, pessoas tocando um instrumento que mais parece um vaso.. e complementar essa confusão toda, todos os marroquinos disputam os olhares dos turistas. Eles te chamam, gritam, dão tchau, dão oi em todas as linguas possiveis, sorriem. É uma loucura divertida.

Marrakech me encantou de uma forma singular. Seu povo alegre, sua comida, seu cheiros, sons e ordem na desordem, fizeram valer a pena toda a minha aventura.

*ATUALIZAÇÃO: Descobri posteriormente que essas rodas de pessoas que mencionei acima, são pessoas – normalmente homens – que se reunem num determinado dia e hora, para ouvir uma espécie de novela contada por uma uma mesma pessoa específica em forma de capítulos. Segundo locais, as histórias são tão boas que conseguem prender a atenção dos expectadores, que retornam todos os dias (leia-se, todos os dias que tem apresentação) para continuar a ouvir o desenrolar das sagas. Fonte: um guia turístico local.

Counting Down

‘Estação Doce’ é o nome da doceria que fica em frente de casa. Sempre quando muda de estação, mudam também a vitrine da doceira. Quando cheguei aqui, a vitrine me chamou a atenção pelo sol com óculos escuros estampado no vidro, acompanhado do guarda sol e outros elementos típicos do verão. Agosto se foi, e com ele foi o verão… o sol da vitrine deu lugar às folhas avermelhadas e marrons, dispostas como se estivessem acabado de cair de uma árvore.. Semana passada, quando estava indo pra aula, passei em frente da doceria. Para minha surpresa, já tinham mudado a decoração: as folhas deram lugar aos bonecos de neve, árvore de natal e floquinhos de neve.. Inverno antecipado? Não sei. O que sei é que os europeus já se prepararam para comemorar o natal. Nos shoppings e lojas já se ouve os jingle bells e outras canções natalinas; o papai noel já está lá sentado, esperando ansioso pelas criancinhas; as ruas já estão decoradas e as lojas dos chineses cheias de árvores, chapéus e velas para vender.

Aqui na pensão, vamos comemorar o natal mais cedo. A maioria dos mates vão voltar pra casa pra comemorar o natal  com a familia (*snif….) e por isso faremos um jantar dia 16. Dia 24 também faremos uma pequena ceia com os que ficam por aqui… Até lá, eu, minhas amigas e milhares de crianças eurpéias, vamos contando os dias para o natal com o nosso calendário-coma-1-chocolate-por-dia-até-o-natal.

* sim.. meu edredon eh de ursinho! HAHAH.

Francesinha

Se eu engordei ou não, quem vai dizer isso é a balança. Meu encontro com ela tem sido postergado semana a semana, e confesso que não estou a fim de ve-la tão cedo. E se eu engordei, não vou culpar  a cozinha portuguesa até porque  o único prato típico portugues que eu experimentei até hoje foi a francesinha. (Sim, não comi nada de bacalhau com natas, e nem arroz de pato).

Comi francesinha 3 vezes: No Porto, na Figueira e aqui em Coimbra. O prato é típico do norte de Portugal, mais precisamente do Porto. Já ouvi muitas teorias do porquê do nome, e não cabe a mim dizer qual é a mais certa até porque nem opinião formada eu tenho. Só sei dizer que gosto do prato e devoro sem pensar em quem inventou, ou quem trouxe o prato pra Portugal.

Sua bela apresentação se deve ao pão e ao maravilhoso queijo derretido por cima. Embaixo, voce encontra as mais variadas carnes: porco, às vezes vaca, linguiça, presunto (fiambre). Normalmente acompanhadas por um ovo frito (ovo estrelado), e batata-frita. Tem como ser mais gordo? E pra completar, tudo isso é regado por um molho à base de tomate, cerveja e piri-piri (pimenta). O prato varia de 5€ a 7€ e serve absurdamente 1 pessoa comilona.

Já vi umas variedades de francesinha: bacalhau, cogumelos, vegetariano… eu experimentei o vegetariano na Figueira. Muito bom também! Algum dia, quando a preguiça me permitir, vou tentar fazer a receita e aí posto o resultado aqui.

Francesinha Vegetariana, Figueira da Foz

Metade da Francesinha do Porto (dividi com minha amiga)

Francesinha de Coimbra (Comi no Rei das Francesinhas)